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Rateio de despesas

A conta da água chegou. Quem paga quanto?

O condomínio define o critério uma vez — fração ideal, divisão igual, um valor por unidade ou consumo medido — e o sistema divide a despesa entre os apartamentos e gera o lançamento de cada um. Sem planilha e sem refazer a conta todo mês.

Como funciona
Leitura · Água · apto 1204 Número lido
Foto do hidrômetro
hidrometro-1204.jpg
O sistema leu 13 m³ no mês
  • Leitura anterior418 m³
  • Leitura atual431 m³
  • Consumo13 m³
  • Faixa aplicada11 a 20 m³
Confira e salve
Salvar Corrigir

O critério é decidido uma vez. Depois disso, a conta se divide sozinha todo mês.

Da despesa ao lançamento de cada unidade

Três passos, e ninguém abre a calculadora

É o caminho de qualquer despesa que precisa ser dividida — a taxa do mês, a conta de água ou uma obra aprovada em assembleia.

1 A despesa entra Você digita o valor e a competência, ou puxa o que já existe: uma contabilização, uma linha da previsão orçamentária ou uma transação do extrato.
2 Você escolhe a fração Fração ideal, divisão igual, só uma torre, um valor fixo por unidade. A fração é cadastrada uma vez e reaproveitada em todo rateio seguinte.
3 Sai o valor de cada um O sistema processa e gera o lançamento por unidade, pronto pra virar cobrança. Quem é isento entra já com o desconto que você definiu.
O critério

Fração ideal é só um dos jeitos de dividir

No sistema, "fração" é qualquer regra de divisão que você nomeia e guarda. O condomínio costuma ter várias ao mesmo tempo — e cada rateio escolhe a sua.

Proporção ou valor

Uma fração pode ser uma proporção — a fração ideal da escritura, o percentual de cada unidade — ou um valor fixo por unidade. A conta muda; a tela é a mesma.

Divisão igual, quando é justo

Nem toda despesa segue a fração ideal. Portaria, limpeza e vigilância costumam ser divididas por igual — é uma fração como outra qualquer, cadastrada uma vez.

Isenção parcial, não só total

A unidade pode entrar isenta de um valor, não apenas isenta por inteiro. É como se resolve a garagem, a sala comercial e a unidade da construtora sem inventar uma segunda fração.

Unidade fora da conta

Unidade inativa fica de fora do rateio sem sumir do cadastro. Ela volta depois sem ninguém precisar refazer a fração inteira.

Quem recebe a conta

Cada unidade tem o seu pagador: proprietário, inquilino ou imobiliária. O rateio divide por unidade; a cobrança sai no nome de quem responde por ela.

Torre, bloco ou grupo

O elevador da torre B é rateado só entre a torre B. Basta uma fração com as unidades daquele grupo — e ela fica salva pro ano inteiro.

Consumo individual

Água, gás e energia por medidor

Quando o condomínio tem medidor por unidade, o rateio deixa de ser proporcional e passa a ser o consumo real de cada apartamento — inclusive com tarifa por faixa.

Fotografa o relógio, a IA lê o número

Na coleta, quem passa de porta em porta fotografa o medidor e o sistema devolve o número lido pra conferência. Se a foto estiver ilegível, ele avisa — e a pessoa digita.

Um link para quem coleta

O coletor não precisa de login: recebe um link, abre no celular e percorre a lista de unidades. As fotos e os números caem direto na leitura do mês.

Tarifa por faixa de consumo

Até 10 m³ um preço, de 11 a 20 outro, acima disso o excedente. Cada faixa tem o seu custo, e ainda cabe taxa fixa — como a concessionária cobra.

Franquia incluída na taxa

Se o condomínio já embute um consumo mínimo na taxa, o medidor tem crédito: só passa a cobrar do que exceder a franquia.

Seis unidades de medida

m³ para água e gás, kWh para energia, e ainda kg, m², litro e unidade — para o condomínio que mede outra coisa e cobra pelo que foi consumido.

A foto fica anexada

Cada leitura guarda a foto que a originou. Quando o morador contesta o consumo, a resposta é a imagem do relógio dele naquele dia — não a memória de quem coletou.

O mesmo rateio, três ângulos

Cada um ganha uma coisa

A administradora Monta a fração uma vez e repete o rateio todo mês em segundos. O fechamento deixa de depender de uma planilha que só uma pessoa sabe mexer.
O síndico Consegue explicar em assembleia por que cada unidade pagou aquilo — o critério está escrito no sistema, não na cabeça de alguém.
O morador Vê o consumo dele, a faixa aplicada e a foto do próprio relógio. A conversa sai do "acho que está errado" e vira conferência.
Antes de você perguntar

O que ele não faz

Preferimos dizer agora a deixar você descobrir no primeiro fechamento.

Não busca a conta na concessionária O valor da conta de água ou de luz é digitado, ou puxado de um lançamento que já existe no sistema. Não há integração com Sabesp, Enel ou congêneres para baixar a fatura sozinho.
Não decide o critério por você O sistema não infere se aquela despesa deve ir por fração ideal ou por igual. Quem define é a convenção do condomínio; o sistema executa e guarda a decisão.
A leitura por foto depende do relógio Relógio embaçado, sujo ou fotografado de lado pode não ter número legível. O sistema avisa em vez de inventar, e a pessoa digita na hora.
Não substitui o medidor Cobrar por consumo exige medidor individual instalado na unidade. O sistema lê, calcula e cobra — mas não mede.

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Trinta minutos costumam bastar pra montar a fração do seu condomínio e rodar um rateio de verdade.

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